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GESTÃO DE RESÍDUOS

GRI 103-1, 103,2, 103-3, 306-2

A gestão de resíduos atende a todos os requisitos legais e visa aplicar os princípios de sustentabilidade na busca para reduzir, reutilizar e reciclar. Adicionalmente, a visão sobre o tema ultrapassa o descarte adequado e considera o potencial energético e socioeconômico. Dessa forma, a companhia agrega valor aos resíduos que, conforme o tipo, são reutilizados nos processos produtivos, destinados à reciclagem ou ao coprocessamento.

O aço, principal matéria-prima, possui alto poder de reciclagem – 98% da sucata gerada retorna às siderúrgicas. Desde a implementação do Lean, a geração desse material passou a ser um indicador de produtividade da área industrial, objetivando a redução. Em 2019, o indicador que mede o percentual de sucata sobre o quilograma de produto finalizado foi de 14%, o que representa uma queda de 2 p.p.  no comparativo com 2016. Além disso, a meta geral de redução de resíduos metálicos para 2020 é de 13%.

No tocante aos resíduos de aço, a gestão é feita pela área de Qualidade, enquanto a dos demais fica sob responsabilidade da área de Meio Ambiente. São realizados controles diários e auditorias dentro do Sistema de Gestão Integrada (SGI). A importância do tema pode ser avaliada pelo fato de ser este um critério de bonificação de colaboradores. Na unidade fabril de Panambi (RS), a meta para 2020 é diminuir em 10% a geração de resíduos, em relação a 2019.

A Kepler Weber conta com ferramentas para o controle na gestão de resíduos, tanto no armazenamento quanto no direcionamento. Além disso, continuamente são pesquisadas as técnicas mais adequadas para a disposição final dos resíduos gerados.

imagem de coleta seletiva na planta

Nos casos em que o descarte não pode ser feito de forma direta pela companhia, conta com terceiros, que seguem rigorosos padrões de homologação de fornecedores. Ver mais em Práticas de Inclusão na Cadeia de Fornecedores

De forma sistemática, são avaliadas as soluções mais eficazes para eliminar a fonte geradora, ou quando não é possível, busca-se processos de reúso e reciclagem. Um exemplo tangível desta visão está na utilização de madeiras provenientes das embalagens dos insumos fornecidos à Kepler Weber, com ampliação do ciclo de vida. A madeira passou a ser reutilizada para acondicionar outros produtos ao longo do processo produtivo, tanto na circulação interna quanto externa. E, com isso, garantir ao máximo o reaproveitando deste resíduo. 

GRI 306 EFLUENTES E RESÍDUOS
GRI 306-2 Resíduos, discriminado por tipo e método de disposição
306-2a. Disposição de resíduos perigosos (em toneladas)
Destino 2017 2018 2019
Reutilização 27,63 0 0
Reciclagem 44,83 49,60 65,02
Incineração (queima de massa) 0,08 0,17 0,15
Aterro industrial 6,66 1,00 0
Coprocessamento 120,47 108,32 145,71
Total 199,67 159,09 210,88
* A área destinada à Central de Resíduos tem grande capacidade e, para atender demandas da gestão de custos, a empresa optou por armazenar os resíduos Classe 1 por mais tempo passando a ser destinado ao coprocessamento a partir de 2019.

306-2b. Disposição de resíduos não-perigosos (em toneladas)
Destino 2017 2018 2019
Reutilização 453,50 319,68 189,30
Reciclagem 4.852,31 4.297,82 3.533,42
Aterro industrial 111,11 150,34 272,41
Alimentação Animal 43,10 43,20 43,72
Total 5.460,02 4.811,04 4.038,85